sexta-feira, 7 de maio de 2010

Destino ou sucessão de escolhas?

Hey.
No outro dia vi um documentário interessante algures num canal de TV em que falavam deste eterno debate de crenças. Agora com a vinda do Papa não se fala em mais nada. Pois bem, gostava de falar acerca da existência do destino ou da liberdade de escolha.
O que vocês pensam disso? Será que tudo o que fazemos já estava planeado antes de existirmos ou antes mesmo de qualquer coisa existir? Será que existe alguém/alguma coisa que delineou todos os nossos passos que um dia nos irão guiar ao derradeiro final?
Ou por outro lado, nada do que acontece na vida está planeado e tudo acontece devido a um acaso de escolhas e de coincidências que se interligam e nos levam a situações totalmente inesperadas.

Jean Nidetch defende que "São as escolhas, não o acaso, que determinam o nosso destino".
Rita Mero afirma "Não tenho arrependimentos na minha vida. Penso que tudo acontece por uma razão. Os tempos difíceis pelos quais passas constroem o teu carácter e transformam-te numa pessoa muito mais forte".

Se existe destino, porque é que o caminho é tão atribulado? Qual é o objectivo da viagem se não aproveitamos o caminho?

Joan Baez opina que temos escolha, e não estamos destinados a nada: "Não podes escolher como vais morrer. Apenas podes escolher como vives".

Gosto de usar uma metáfora para ilustrar as escolhas - decidir é ter cuidado com as sementes que tu escolhes...
"Há um ditado antigo que diz que o objectivo é escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho..."

Sinceramente, não sei se isto tudo está planeado ou se temos liberdade de escolha. Só sei que não escolhi nada disto, mas parece que tudo o que eu fizesse não teria efeito nenhum no resultado final...
Time to live and let die.


Escolhi não ser louco ou foi o destino que me fez não o ser?
Quero que comentem a vossa opinião...
Até à proxima.

Sem comentários:

Enviar um comentário