segunda-feira, 9 de agosto de 2010

I Guerra dos Sexos - Homens, mulheres e relações (2)

O post anterior era a visão de um homem. Hoje, trago-vos a opinião de duas raparigas a quem agradeço a participação que foi convidada por mero acaso. Obrigado a A.P. e a S.B.

Aqui está o primeiro texto da S.B.:
Considero tanto rapazes como raparigas no mesmo patamar quanto a relações amorosas, ambos têm as mesmas alegrias e cometem os mesmo erros, tudo depende do que as pessoas envolvidas querem e qual o conceito de relação que acham correcto. Até podem seguir caminhos diferentes se o objectivo for o mesmo. A maioria dos jovens, eu não sou excepção, define outras prioridades, tais como estudos e certos objectivos pessoais, que podem influenciar o rumo de qualquer conceito, até de uma relação. Com este pequeno comentário acrescento que para mim a base de uma relação tanto para rapazes como para raparigas assenta na confiança, respeito, amizade e cumplicidade. Não encaro o inicio de uma relação como algo eterno mas também não estipulo um fim. O que vier virá e devemos acima de tudo, sentirmo-nos bem, se isso envolve uma relação (atenção para mim uma relação só envolve duas pessoas xD ) óptimo, é alguém que terá, à partida, uma noção de felicidade parecida à minha. Se não envolver compromisso, bem...Não é o fim do Mundo. (:



Interessante, não concordam?
E agora, o texto da A.P.:

Ora bem… o desafio é falar sobre relações e a atitude de ambos os sexos perante elas, então aqui vá.
Será importante começar com a minha perspectiva acerca do que é estar em relação. Para mim o estar em relação pressupõe uma entrega total ao outro, o que requer que tenhamos um conhecimento sobre nós, para podermos conhecer o outro. Isto só será possível se estivermos na relação com um olhar em conjunto no mesmo sentido, com características como confiança, honestidade, lealdade, sinceridade e sobretudo numa relação amorosa, muito amor… Sim eu sei que parece piroso, tendo em vista a sociedade em que vivemos em que muitas vezes a palavra “amo-te” é desvalorizada, em que os actos são esquecidos, e em que as pessoas cada vez ligam mais ao exterior do que ao profundo oceano que é o interior de cada um de nós, com maravilhosos labirintos de sentimentos, explosivas tempestades de emoções e maratonas de conhecimentos. Cada vez mais os jovens e até mesmo adultos se regem pelos padrões desta sociedade que visa acabar com o romantismo, com as pessoas com conteúdo e sobretudo com a inteligência das pessoas… mas mesmo assim, como ainda existem pessoas assim tenho esperança que tudo não passe de um atentado com repercussões que possam ser ultrapassáveis.
Falando em sociedade, lidaram homens e mulheres da mesma forma com a relação? Agora começaria com a típica frase das mulheres. “ Os homens são todos iguais”, mas vou voltar atrás na cassete e começo com: “Os homens são todos diferentes, da mesma forma que as mulheres o são”, a ideia que formulamos acerca deste assunto advém das experiências vivenciadas… Desta forma, independentemente dos sexos ambas as pessoas vivenciam cada situação, relação, acontecimento de acordo com as características que possui. Tiremos a ideia da cabeça de que é tudo igual, ninguém presta, porque na verdade isso não é assim… um dia quando encontrarem a pessoa que voz faz sentir aqueles “bichinhos” na barriga, que ocupa 99% do vosso pensamento no dia, que vos faz ter as atitudes mais idiotas e sobretudo que vos ame, vão perceber que o caminho para a felicidade pode ser feito de pedras, obstáculos e dificuldades, mas no final tudo vale a pena!
“Façam o favor de serem Felizes!”

Obrigado às duas pelas participações.

domingo, 8 de agosto de 2010

I Guerra dos Sexos - Homens, mulheres e relações (1)

Espero que achem interessante a primeira escolha de tema. Quero agradecer ao J.A. por ser o primeiro a participar e felicita-lo pelo excelente texto, leiam e deliciem-se com os pormenores fantásticos. Aqui vai o texto:


Segundo está registado nas velhíssimas crónicas, aceites de modo generalizado como a versão oficial dos factos, Adão dormia descansado, e, neste momento, para que nos possamos situar, estamos na privilegiada presença do primeiro humano, macacóide para aqueles que não se identificam com as presentes crónicas, escrevia então que deparamo-nos com Adão, que tranquilamente repousa desnudo – homens! –, não fazendo puto ideia do sofrimento que o espera. O grandessíssimo Criador, num dos seus acessos inveterados de criatividade, decide estropiar o pobre adormecido… e zás!, arranca uma costela ao macacóide. À matéria óssea juntou-se uns pedaços de argila, presumo, e pronto, foi assim, deste processo bastante simples e económico (Adão riu-se, naturalmente não o posso condenar), que surgiu a macacóida, ou mulher, se preferem. Eva, não satisfeita com os horrores a que Adão fora submetido, encarregou-se pessoalmente de o aborrecer um pouquinho mais, e, ao que consta, com a ajuda de uma serpente – por aqui se vê com que tipo de companhias a moça andava – privou o companheiro de uma gloriosa e abastada vida de eterno descanso, enfiando-lhe uma maçã amaldiçoada goela abaixo. Sempre subtis, as mulheres. Mais tarde, os esforçados funcionários do Walt viriam a adaptar este insólito argumento, a ele acrescentando sete anões. E foi assim que tudo começou…

O que os distingue? Ora vejamos, os homens apresentam-se com os seus pénis, enquanto as mulheres raramente se esquecem das suas vaginas, e, usualmente, saem à rua com uns acrescentos estrategicamente colocados, tecido adiposo, gordura, em bom português, metida em soutiens. Mamas, pronto. São essas as principais diferenças entre géneros – e nem essas, em casos cada vez mais recorrentes, são forçosamente vinculativas –, o resto… bom, o resto são histórias. De vida, claro. São as nossas histórias o ponto de divergência, em minha opinião, são as vivências que nos constroem e diferenciam, o que eventualmente não significa afastamento irremediável. A genética entrará algures por aí, também. Portanto, homem ou mulher é, basicamente, o mesmo – excepto as mamas, claro. Uns são maus e más, outros bons e boas (aquela Scarlett…), uns e umas com valores nobres e elevada fibra moral, outros e outras valentes baldes de estrume, é como em tudo.



Ainda assim, há coisas que os separam, não posso negá-lo: as mulheres são caridosas, digamos (maliciosamente, como comprovaremos), sem elas seria impossível a subsistência de pessoas como Robert Pattinson, Taylor Lautner, Justin Bieber, ou mesmo de famílias, penso em Tony e Mikael Carreira, por exemplo. Os homens não dão muito dinheiro para esse tipo de peditórios. Podem ignorar as últimas linhas, brincava, não quero causar desconfortos. Mas uma coisa parece-me certa – lá está, nela acredito devido às minhas vivências –, e elas que me perdoem: os homens são mais fáceis, descontraídos, fazendo tábua rasa do excêntrico penteado com que a Joana se apresentou hoje, ou da péssima combinação de cores entre sapatos e calças que a Carolina escolheu, enfim… ninharias e maledicências não é connosco (com connosco quero dizer comigo e com os meus). A isto acho piada.

Somos diferentes, sim, mas não somos diferentes pelo género, somos diferentes pela experiência, arrisco. Engraçado será também constatar que, se algumas relações falham, não falham pelas diferenças, mas sim pelo esquecimento de que ambos procuram o mesmo, por negligência, numa palavra. É divertido pensar nas características de homens e mulheres, se elas existem, nos diferentes hábitos e ocupações, nos porquês. Fundamental será reflectir no que realmente nos faz – as nossas vidas –, como nos fazemos – as nossas escolhas – e o que construímos. Como sempre, por debaixo de pilas e mamas, “o essencial é invisível aos olhos”.

Talvez possamos encarar o futuro com esperança. Regressando ao primeiro parágrafo… depois de todas as atribulações, imaginem que Adão e Eva conseguiram povoar o globo inteiro! Como pensam vocês que eles conseguiram… à chapada?

A Guerra dos Sexos


Robert Kennedy pediu, “perdoem sempre os vossos inimigos, mas nunca se esqueçam do nome deles”.
Hoje, dou início a uma área de debate e reflexão, uma área muito explorada. Acima de tudo, dou início a uma Guerra milenar, uma Guerra mais feroz que todas as outras, uma Guerra que dispensa armas nucleares. Homens e Mulheres. Para além das óbvias diferenças físicas (excepto o ‘senhor’ Castelo Branco), existem também inúmeras diferenças no modo de pensar e agir. Essas diferenças têm vida própria, crescem, mudam, deixam de existir, mas o ciclo continua e será assim eternamente. Este espaço será destinado a colocar frente a frente opiniões acerca de temas escolhidos a dedo, de homens e mulheres, tentaremos então, face a determinada área, compreender as diferenças e o modo de pensar consoante os sexos. Por vezes parece que os homens e as mulheres falam uma língua totalmente diferença e quando isso acontece, mesmo a melhor das intenções pode ser mal-entendida. E como vocês já sabem, estes desentendimentos podem levar a desastres, coisa que obviamente não irá acontecer aqui, tudo na paz, não estamos loucos.
Brevemente, o primeiro debate estará presente neste blog. Ladys and gentleman, start your engines.
Nem com tanta Guerra ficaremos loucos, nem pensar…

terça-feira, 13 de julho de 2010

Quote of the day

“In the end, you learn to treasure the times when things go your way. And be there for the ones you love when they don’t. And most importantly, you learn to accept that some things are out of your hands… Still, with so much of life left up to chance, you can’t help but look back and wonder… what if things have been different?”

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Férias, Verão e muita loucura!

Hey. Escrevo hoje numa condição totalmente diferente em relação ao último post. A vida tem andado bastante cheia, não tinha tempo para comer quanto mais para escrever aqui. Mas agora voltei e espero que seja em força. Finalmente, férias. Já estava a dar em louco, apesar de continuar a afirmar que não. Foi um ano bastante complicado. As férias deviam aliviar-me e devia sentir-me mais contente. Noutra qualquer altura sentiria, hoje não. As férias não preenchem aquele vazio e existem situações que por mais que eu queira não consigo esquecer. Mas agora vou parar com as parvoíces. Este post é só para vos aconselhar a aproveitar o tempo para descansar. É Verão, altura de ver os velhos amigos e de junta-los com os novos. Have fun! Fiquem com mais uma citação na ordem da anterior...

“In the end, the most important thing to accept is that no matter how alone you feel, how painful it may be… With the help of those around you, you’ll get through this too.” Dr. John Dorian

Everythings going to be ok.

Agora de férias e sem nada para fazer, continuo a não estar louco.
Espero não enlouquecer!

Quote of the day


“In the end, you learn to treasure the times when things go your way. And be there for the ones you love when they don’t. And most importantly, you learn to accept that some things are out of your hands… Still, with so much of life left up to chance, you can’t help but look back and wonder… what if things have been different?”
Dr. John Dorian

domingo, 9 de maio de 2010

Os seguranças e os seus fatinhos

Boas noites...
Tenho ido a fóruns, hipermercados, supermercados e afins e tenho reparado numa coisa engraçada.
Já repararam como os seguranças desses estabelecimentos andam sempre de fatinho?
Imaginemos que aparece lá um sócio qualquer armado em campeão que começa a roubar o pessoal e a destruir aquela merda toda. Se o segurança o tentar parar, o gajo vira-se... Se eu fosse ao ladrão agarrava-o pela gravata e já não largava, nem tinha hipóteses. O que eu quero dizer é que, andar à porrada de fatinho não deve dar jeito nenhum.
Pensem lá comigo, não seria muito mais prático e intimidante se os gajos andassem de calças de fato treino, blusa de alças e luvas de boxe? Quem era o ladrão que fazia alguma coisa?

Estou louco? Eles é que estão!

Até à próxima...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Destino ou sucessão de escolhas?

Hey.
No outro dia vi um documentário interessante algures num canal de TV em que falavam deste eterno debate de crenças. Agora com a vinda do Papa não se fala em mais nada. Pois bem, gostava de falar acerca da existência do destino ou da liberdade de escolha.
O que vocês pensam disso? Será que tudo o que fazemos já estava planeado antes de existirmos ou antes mesmo de qualquer coisa existir? Será que existe alguém/alguma coisa que delineou todos os nossos passos que um dia nos irão guiar ao derradeiro final?
Ou por outro lado, nada do que acontece na vida está planeado e tudo acontece devido a um acaso de escolhas e de coincidências que se interligam e nos levam a situações totalmente inesperadas.

Jean Nidetch defende que "São as escolhas, não o acaso, que determinam o nosso destino".
Rita Mero afirma "Não tenho arrependimentos na minha vida. Penso que tudo acontece por uma razão. Os tempos difíceis pelos quais passas constroem o teu carácter e transformam-te numa pessoa muito mais forte".

Se existe destino, porque é que o caminho é tão atribulado? Qual é o objectivo da viagem se não aproveitamos o caminho?

Joan Baez opina que temos escolha, e não estamos destinados a nada: "Não podes escolher como vais morrer. Apenas podes escolher como vives".

Gosto de usar uma metáfora para ilustrar as escolhas - decidir é ter cuidado com as sementes que tu escolhes...
"Há um ditado antigo que diz que o objectivo é escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho..."

Sinceramente, não sei se isto tudo está planeado ou se temos liberdade de escolha. Só sei que não escolhi nada disto, mas parece que tudo o que eu fizesse não teria efeito nenhum no resultado final...
Time to live and let die.


Escolhi não ser louco ou foi o destino que me fez não o ser?
Quero que comentem a vossa opinião...
Até à proxima.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Barulho

Façam barulhoooooooo. Não, sinceramente, não. Não façam barulho. Agora parecia o gajo dos D'zrt no inicio dos concertos.

Hoje adormeci às tantas, mas estava com fé de acordar tarde.

9 da manhã, estrondos, parede a tremer, pessoas a falar.
- O que será isto - pensei eu - o fim do mundo? Fomos atacados?

Não, claro que não seu idiota, acorda. Parece que o vizinho do lado decidiu mandar o prédio abaixo, podia era ter avisado. Mas não, afinal apenas está a arranjar a cozinha.
Mas what the fuck, sempre pensei que "arranjar" implicasse algum cuidado para fazer as coisas bem, mas nestas obras tudo o que oiço são mocadas e pequenas explosões...

Isto é apenas um pequeno desabafo de um zombie que acordou antes do tempo e que agora vagueia pela blogosfera à procura de algum descanso...

A ouvir estrondos, continuo a não estar louco.. ou estarei?

terça-feira, 6 de abril de 2010

O ir e voltar

Hoje pela 2ª vez fui ao ginásio. Já estive no ir e não ir há anos e finalmente dei o salto. Entre remos e séries de 15 abdominais dou por mim na passadeira a correr a 14 velocidades com o coração na boca mas a olhar para o plasma onde dava MTV. Se me distraio por um segundo que esteja já estou cá atrás na passadeira e isso não pode acontecer. Whatever, dei por mim a tentar distrair-me da óbvia falta de oxigénio quando comecei a pensar, porque raio é que a malta paga para correr num ginásio quando isto era coisa que se podia fazer em qualquer estrada por esse mundo fora? Pode parecer parvoíce mas pelo menos eu não corro por aí para não ir para longe.... Vejamos, hoje na passadeira percorri cerca de 2km em 15 minutos... Ora se eu fosse correr meia hora para a rua eram cerca de 4 km... Após esses 4km podia estar longe e cansado... E depois como é que voltava para casa? É por isso que ninguém corre na rua e escolhem as passadeiras... Isto aplica-se à bicicleta, uma vez fui pedalar, fui até coinas e depois para voltar foi um sacrificio... Malta, paguem lá o ginásio que vale a pena, dá muito trabalho voltar para casa.

Em cima da passadeira continuo a não estar louco...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Para lá das barreiras

Olá a todos.
Hoje venho falar de obstáculos. Não como aqueles obstáculos que encontramos na rua e que temos de dar uma volta enorme para irmos ao nosso destino mas sim aqueles que inconscientemente criamos dentro de nós e que nos causam desconforto. Afinal o que é uma barreira? Para que servem as barreiras que criamos? Penso que, uma barreira é um sinal de STOP criado na nossa mente e que nos impede de tomar uma decisão ou enfrentar determinadas situações. A maior parte das vezes são criadas inconscientemente, o nosso intimo mais fundo tenta sempre manter a nossa protecção e sanidade mental, provavelmente devido a experiências passadas que não acabaram bem. Mas será que estas barreiras nos protegem mesmo ou apenas adiam o inevitável? Penso que somos vitimas nesta situação. Por vezes apesar de querermos enfrentar o dia-a-dia existe algo muito mais forte dentro de nós que nos impede da tal acção, de seguir o dia.
As barreiras existem para nos proteger. Mas será que queremos mesmo ser protegidos? Falo por mim, mas tento sempre enfrentar as situações, apesar de por vezes as barreiras mentais tornarem tudo mais complicado e essas situações serem inevitáveis. Como nos livramos das barreiras? Perguntam vocês muito bem. Penso que cada um deve enfrentar a sua mente como puder e descobrir o melhor modo de pegar num escadote, subir e saltar para lá das barreiras. O que está para lá sim, é um bom sítio. É o sítio ideal. O local onde somos o que somos sem nos preocuparmos com o que todos pensam de nós. O local onde enfrentamos tudo e todos porque sim, porque queremos e porque as nossas razões são suficientemente fortes.
Hoje enfrentei uma das maiores barreiras que alguma vez tive. E sabem que mais? Sabe bem. Deste lado da barreira o sol brilha e a emoção e calma que aqui reinam são razões mais que suficientes para o esforço valer a pena. Por isso aconselho, juntem-se a mim deste lado. Façam como em Berlim e mandem o Muro ao chão. Façam como um jogador de bowling que derruba todos os pinos. Usem as metáforas que quiserem, mas passem para lá das barreiras. Todos as criamos, por vezes isso é bom e por vezes é mau, mas no ultrapassar é que está a vitória porque aí sim, crescemos e tornamo-nos pessoas melhores.
Para lá das barreiras, eu continuo a não estar louco… E vocês?
Beijos e abraços.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Paranóia no chinoca

Boas. Hoje venho relatar uma experiência que decerto não acontece só a mim.
Ontem, ah e tal vamos almoçar onde? Ao chinês? Ok, siga. E lá fomos. Estava numa de comida asiática, salvo seja. Aqueles crepes logo ao inicio enchem-me logo as medidas mas já é cliché ir ao chinês e começar por este aperitivo. No entanto, há pessoal (como o J) que é capaz de chegar lá, pedir seis crepes para levar e bazar. Há gajos que gostam de crepes mas o J gosta ainda mais.
Pois bem, pedimos então o que queríamos comer e tal. Para mim uma massa chau qualquer coisa com gambas e para o outro um frango esquisito que pareceu-me deslavado. Ia começar a comer quando reparo nas duas 'asian chicks' (uma MILF e outra bem hottie) a olharem para nós e a rir enquanto falavam qualquer coisa que me pareceu sem sentido. Senti que me estavam a dicar. Isto nunca vos aconteceu? Quer dizer, pelo menos a mim faz-me impressão ter duas chinocas a olhar para mim e a rir, duvido que fosse coisa boa.
Era isto que queria desabafar hoje, devo ser paranóico mas penso que não estou louco. De certeza absoluta que elas estavam a dicar e não gostei nada.

P.S.: Só para as lixar não deixei gorjeta.

sábado, 2 de janeiro de 2010

"Eu sou Deus, eu sou Deus!" - Sure thing, dude...

Segundo o Correio da Manhã de 27 de Dezembro ainda do ano passado, um brasileiro de 36 anos destruiu um carro da polícia e parte da esquadra da PSP de Queluz. Pensam que foi só isto? Enganam-se. Isto depois de ter batido com o seu automóvel e agredido vários clientes de um café na rua Marques Portugal.

Passado um bocado começou a subir a rua completamente nu enquanto gritava ‘Eu sou Deus’. Depois começou a bater nos clientes, incluindo um chefe da PSP de folga que estava com a filha. O brasileiro foi manietado até à chegada da polícia, cuja esquadra fica a 50 metros do estabelecimento. Quando foi metido no carro-patrulha, já algemado, deitou-se para trás e partiu três vidros com os pés. Na esquadra, partiu mais vidros e destruiu um banco.

Ora, está tudo maluco? Depois de ler isto ainda estive um bom bocado à procura de respostas que pudessem justificar o comportamento deste individuo. Após muito pensar, afirmei para mim próprio após um longo suspiro: "Brasileiros...". Mas acredito que o homem pudesse ser médico ou ocupasse qualquer outro cargo de grande importância para ter este tão agudo "God Complex", mas dúvido.
O mundo está louco, mas não louco o suficiente para alguém pegar numa cadeira e espetar nos cornos destes gajos. Estou certo ou errado?

És Deus? Então fazes como Jesus e agente põe-te na cruz a morrer pode ser? Ainda te damos uma coroa de arame farpado se quiseres.
Sure thing, dude.

É por estas e por outras que continuo a afirmar que... eu não estou louco.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Feliz Ano 2010

O "Eu Não Estou Louco" em nome dos seus autores vem desejar um excelente ano de 2010, cheio de tudo o que o 2009 não teve.

Muitas loucuras nos esperam mas também esperamos vir aqui relatar essas loucuras sempre afirmando que... não estamos loucos...

Ah, claro que não podia faltar, desejo-vos um ano cheio destas...